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Chip para criança: como escolher a linha do seu filho

Atualizado em 16 de outubro de 2026 · 5 min de leitura

Na hora de dar um número próprio para o filho, a dúvida costuma ser qual chip escolher. As opções tradicionais foram pensadas para adultos, então vale olhar com atenção o que realmente faz diferença para uma criança ou um adolescente.

O que uma criança realmente usa no celular

Na prática, a maior parte do uso é WhatsApp: mensagens com a família, o grupo da turma, áudios e algumas chamadas de vídeo. Ligações tradicionais são raras e o consumo de internet costuma ser baixo quando a criança usa Wi-Fi em casa e na escola. Por isso, um plano cheio de gigas e minutos geralmente sobra.

As opções mais comuns

Checklist antes de contratar

  1. O WhatsApp funciona mesmo sem crédito ou com a franquia no fim?
  2. Existe risco de cobrança extra se a criança usar mais do que o previsto?
  3. Quem é o titular da linha e quem administra a conta?
  4. O chip funciona no aparelho que a criança vai usar (chip físico ou eSIM)?
  5. Quanto custa por ano, somando todas as mensalidades ou recargas?

Faça a conta do ano inteiro

Um jeito simples de comparar é multiplicar o custo mensal por 12. Um plano de R$ 30 por mês, por exemplo, custa R$ 360 por ano. Recargas pequenas e frequentes também somam mais do que parece. Comparar o custo anual deixa claro quanto cada opção pesa no orçamento.

Onde o Chipinho entra

O Chipinho é um chip para criança e adolescente pensado exatamente para esse uso: número brasileiro, WhatsApp liberado e assinatura anual sem recarga, contratada e administrada pelos pais. Ele está em pré-lançamento, e quem entra na lista de espera recebe o convite primeiro.

Perguntas frequentes

Chip para criança precisa estar no nome dos pais?

Em geral, a contratação de linhas é feita por um adulto com CPF, que fica responsável pela conta. As regras exatas dependem da operadora e da regulamentação da Anatel.

Qual o melhor plano para uma criança que só usa WhatsApp?

Um plano com pouca franquia e WhatsApp garantido costuma bastar. O importante é que a linha não fique sem funcionar por falta de crédito.

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